(Noticias gospel) Dono de imóvel é pressionado a não vender terreno para igreja (the News gospel) Owner of property is pressured not to vender land


Rua de Bangladesh

O pastor Amolik Hossein, de 28 anos, e quatro outros cristãos foram espancados por membros do grupo político Jamat-e-Islami (JI). Tudo por causa da disputa por um terreno que eles compraram em 24 de janeiro de 2008 para construir uma igreja na vila de Sultanpur, que apresenta predominância muçulmana, no subdistrito de Polashbari Thana, distrito de Gaibandha Norte.

Em 11 de fevereiro de 2008, o pastor Hossein estava verificando o terreno comprado, com aproximadamente 40 metros quadrados, quando membros do IJ armados com pedaços de bambus correram atrás dele.

Os perseguidores alcançaram Hossein e derrubaram a porta da casa de Rahma, o dono do terreno. Por volta das 14 horas, eles começaram a espancá-lo e também a Rahma, sua esposa, seu filho e sua enteada.

Quando os vizinhos notaram o que estavam acontecendo, os agressores pararam. Eles ameaçaram matar os cristãos da vila se Rahma vendesse o terreno para eles.

O caso foi registrado contra o JI em 12 de fevereiro. Para espanto do pastor Chowdhury, as autoridades não podem tomar nenhuma atitude em casos envolvendo religião a não ser que seja dada uma ordem de um juiz ou magistrado.

O terreno em disputa foi estimado em 3.000 doláres ( cerca de R$6200). Comentários sobre um terreno comprado por “uma missão cristã que tenta converter muçulmanos na área” se espalharam pelas vilas vizinhas depois que o trabalho de registro do terreno foi terminado.

A partir das notícias ouvidas, a secretaria local do JI começou a persuadir Rahma desde a primeira semana de fevereiro a retomar o terreno por via judicial. O mesmo grupo também tentou convencer a família de Rahma, mas eles não aceitaram. Desde então, o JI tem ameaçado os cristãos da área.

Animosidade continua, esforços para mediação

Na noite de 14 de fevereiro, Jamat-e-Islami planejou juntar os moradores muçulmanos para instigar a animosidade contra os cristãos na vila de Sultanpur. Mas o pastor Chowdhury os denunciou ao oficial em serviço do distrito na manhã do mesmo dia. Quando anoiteceu, não houve reunião na vila.

O Jamat-e-Islami é um grupo político que foi ligado ao governo. Com esperança de mediar negociações de paz, os cristãos tiveram contatos iniciais com o líder do JI no distrito de Barisal, com quem eles tinham boa relação.

Um encontro entre as duas partes ocorreu em 26 de fevereiro onde o JI concordou em permitir que eles praticassem a sua fé na vila. Ambos os grupos também entregaram uma declaração por escrito à delegacia de polícia local para a retirada do caso.

Durante os últimos cinco anos, o movimento cristão Isa-e-Jamat de Bangladesh trabalha na vila de Sultanpur, onde 30 cristãos foram batizados.

Uma igreja no distrito de Rangpur foi atacada por aproximadamente 7.000 muçulmanos durante um culto em 2007. A tensão diminuiu quando o governo e oficiais da polícia intervieram, depois que líderes da igreja procuraram abrigo na delegacia de Kaonia. As autoridades pediram ao pastor Chowdhury em 20 de fevereiro que submetesse os nomes dos cristãos na região que precisavam de proteção.

Pedidos de Oração:

• Ore pelo pastor Amolik Hossein, e também por Rahma e sua família, para que sejam curados rapidamente de seus ferimentos e para que eles estejam cada vez mais comprometidos com sua fé.

• Ore pelos outros cristãos da vila de Sultanpur para que permaneçam em Deus diante da oposição e para que sejam instrumentos de Deus para abençoar sua vila apesar da perseguição.


Tradução: Cláudia Veloso



Missão Portas Abertas